Hey leitores, como vão?
Hoje trago mais um texto do desafio Escrevendo sem medo. Em fevereiro não consegui fazer (poema não é meu forte), mas decidi continuar me desafiando. Desistir jamais, não é?
Espero que gostem!
Vem ser
No fundo, querido colega, sois só. E
somente por isso, você devia se bastar. Sim, nas noites frias escuras, sentada
em seu quarto, a solidão não devia lhe doer. Deveria ser seu refúgio. Todo
mundo deveria ter em si o seu porto seguro.
Não importa o quanto lhe amem, um
dia todos falham. Ou se vão. E a dor do coração partido tampouco deve superar sua a
vontade do viver. Nossa existência é um pequeno ato de uma grande peça de
teatro, mas tal qual um ator atua, sem poder fazer grandes alterações no
espetáculo, nós o somos.
Não se permita se abater pelo que
vos diga. Você é maior que tudo isso. Lembre-se que as palavras ditas são como presentes,
não somos obrigados a acumular itens que não gostarmos.
Não se permita. Se abater pelo dito.
Ou pelo não dito. Pelo feito e não feito. Viva, seja e aja.
Viva completamente no anseio de ser
o melhor que puder. Na plena convicção de que nunca está desamparada. Curta a
vida como se a sua efemeridade não fosse maior que um dia.
Seja tudo que sempre sonhou para si.
E o que ainda não sonhou. Se redescubra. Comece um novo curso, conheça uma nova
música. Dance, pule e cante. Pinte, escreva e leia. Seja todas as versões de
si, não tema!
Aja. Sem medo e sem culpa. Não seja
como um pássaro preso na gaiola. Fuja e descubra os prazeres de viver. A
liberdade de sermos a nós, pura e unicamente, é a mais valiosa dádiva. Q
Texto de Janeiro: aqui
Beijos!
Texto de Janeiro: aqui
Beijos!


